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Cidades                

CRISE NA VENEZUELA
Santa Elena sofre com desabastecimento

Data: 28/05/2013


Fonte: A A A A

Foto:  

População faz fila para comprar produtos que estão racionados na Venezuela
Com a crise política e econômica da Venezuela, o problema de escassez de alimentos na fronteira vem aumentando. Há alguns meses sumiram das prateleiras dos supermercados da cidade vizinha de Santa Elena produtos básicos como leite em pó, trigo, manteiga, macarrão e farinha de milho para fazer as comidas típicas daquele país, como a arepa, que é muito apreciado também por turistas.

O problema se agrava em todo o país vizinho. Em algumas cidades não tem nem papel higiênico. Na quinta-feira, 23, um supermercado de Santa Elena colocou à venda leite em pó e as filas foram enormes. Permitiram a compra de no máximo quatro pacotes por pessoa. De acordo com a dona de casa Maria Rodriguez, o leite não era de uma marca boa, mas por ser a única opção, enfretou a fila de mais de uma hora.

Apesar da escassez de alimentos em Santa Elena, as vendas dos comércios de Pacaraima continuam fracas, já que o câmbio continua alto, 12 bolívares por R$1,00, quando os venezuelanos vão comprar na cidade brasileira. “Fica muito caro comprar em Pacaraima, então rendemos ao máximo o pouco que conseguimos ou substituimos por outros alimentos”, afirmou Maria Rodiguez.

Para os comerciantes de Pacaraima houve um pequeno aumento nas vendas, já que os moradores da cidade que normalmente compram produtos como leite, manteiga e macarrão em Santa Elena estão tendo que comprar no Brasil, devido ao desabastecimento. Porém, os venezuelanos apenas procuram o mais necessário e somente aqueles que têm um poder aquisitivo maior levam algumas mercadorias.

De acordo com Raylano Pontes Oliveira, gerente de um supermercado de Pacaraima, ainda não dá para perceber a diferença nas vendas. “Os moradores da cidade estão comprando um pouco mais, só que o aumento das vendas não chega a 10%. E os venezuelanos continuam sem comprar, pois nossos preços são muito altos para eles”, disse.


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