Por Francisco Cândido
Em 28/12/2016

  AUGUSTO MONTEIRO  
- Um servo de Deus a serviço do povo – Personagem Vivo da nossa História.

Quem não vive para servir. Não serve para viver. Estas duas palavras podem bem traduzir o trabalho pastoral realizado pelo Diácono João Augusto Barbosa Monteiro, nesta função há 21 anos. Ele foi ordenado “Diácono Permanente”, pela Igreja Católica, no dia 17/12/1995.

O Concílio Vaticano II restaurou a figura do diácono permanente, cuja origem se encontra nos primórdios do cristianismo (assunto este que pode ser lido na Bíblia em At (Atos dos Apóstolos), no Capítulo 6, versículos de 1 a 6).

A palavra “Diácono” tem origem grega na expressão “Diakonia”, que significa “Serviço”, e é tão importante para a Igreja Católica, que o ato sacramental de se tornar um Diácono, se confere na liturgia da “Ordenação” pelo sacramento da Ordem Eclesiástica. No entanto, o diácono permanente não é um sacerdote, como o presbítero (padre) e o bispo, que podem oficiar, realizar, uma Missa.

Não obstante a este impedimento sacerdotal, cabe ao Diácono, o “servo de todos”, assistir o bispo e os sacerdotes na celebração dos divinos mistérios, sobretudo da Eucaristia, distribuí-la, bem como assistir ao Matrimônio e abençoá-lo, proclamar o Evangelho, presidir os funerais e consagrar-se aos diversos serviços da caridade cristã, conforme está escrito no Catecismo da Igreja Católica, editado no ano de 1570.

Santo Inácio, de Antioquia (capital da antiga província romana da Síria, ao norte de Jerusalém) comentou a importância dos diáconos: "Que todos reverenciem os diáconos como Jesus Cristo, como também o bispo, que é imagem do Pai, e os presbíteros, como o senado de Deus e como a assembleia dos apóstolos: sem eles, não se pode falar de Igreja" (Trall. 3, 1).

Afora o aspecto espiritual voltado à fé com participações ativas na liturgia católica, Augusto Monteiro foi Professor no Ginásio Euclides da Cunha, ministrando aulas de História e Geografia, e aulas de contabilidade na antiga Escola Técnica de Contabilidade (hoje já extinta), patrocinada à época pela Diocese de Roraima.

Augusto Monteiro é um especialista na área de Ciências Contábeis. Atuou como Professor na Universidade Federal de Roraima e na Faculdade Atual da Amazônia.

Aliás, a sua experiência profissional em Contabilidade, o permitiu ingressar como concursado no quadro de pessoal do Banco da Amazônia (Basa) em 1967. Após três anos de efetivo trabalho bancário, foi transferido para o Basa em Fortaleza, no Ceará, onde passou a exercer as funções de Gerente Administrativo e depois Gerente Geral da Agência do Banco da Amazônia, naquele Estado.

Em 1980, Augusto Monteiro foi transferido para a Agência do Basa na cidade de Belém do Pará, passando a exercer, além das funções inerentes à contabilidade, foi também em muitos anos o Auditor bancário das agências do norte do País.

Em 1990, retornou à Boa Vista e assumiu o cargo de Gerente Geral do Basa, depois foi Presidente do Banco do Estado de Roraima, Assessor, Inspetor e Secretário Geral do Tribunal de Contas (implantou o Sistema de Controle Externo). Também foi Diretor Financeiro e Secretário Geral do Tribunal de Justiça do Estado de Roraima.

Na Igreja Católica, particularmente na Diocese de Roraima, Augusto Monteiro foi Tesoureiro e controlador das contas da Diocese, depois vice-presidente e Diretor Administrativo da Fundação Educativa e Cultural José Alamano.

O alicerce do seu conhecimento na área de Ciências Contábeis advém de sua formação acadêmica quando se bacharelou na Universidade de Fortaleza – UNIFOR-

Hoje, aposentado de tantas funções, Augusto Monteiro desfruta do merecido descanso no seio de sua família (a Família Barbosa Monteiro), uma das pioneiras desde quando Roraima ainda era o Território Federal do Rio Branco.

João Augusto Barbosa Monteiro nasceu em Boa Vista no dia 17/10/1944 e é filho de Felinto Barbosa Monteiro e de Maria Eugênia de Melo Monteiro. Tem os irmãos: Nazir, Tereza, Lydia, Oneide, Sara e Benjamin Monteiro (Radialista na Rádio Roraima, há mais de cinquenta anos nesta atividade).

Augusto Monteiro é casado desde 28/03/1969 com a senhora Elci Marques Monteiro e tem os filhos: Márcia (Médica), Marcela (Odontóloga, fala fluentemente a língua francesa), Marlene (Psicóloga), Miquéias (funcionário público e atuante na área da Comunicação Social), e Gabriel (vestibulando do Curso de Direito). A família tem também os netos, todos em formação continuada com vistas ao vestibular do próximo ano.

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Francisco Cândido
franciscocandido@ibest.com.br
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