Por Opinião
Em 11/08/2017

Osteopatia é tratamento para infertilidade - Dr. Randy Marcos*

Constituir uma família é o sonho de muitas mulheres, porém alguns fatores podem dificultar esta realização, entre eles está a infertilidade. De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (EUA), são consideradas inférteis mulheres em idade reprodutiva que não engravidam após um ano de relações sexuais desprotegidas. Mundialmente, cerca de 1,5 milhões de mulheres casadas com idade entre 15 e 44 anos sofrem com este problema, sendo relacionado com diversas causas: 27% desordens ovulatórias, 25% problemas masculinos, 22% disfunções tubárias, 17% fatores inexplicáveis, 5% endometriose e 4% outros fatores.

Retração facial, cicatrizes e deficiências circulatórias quebram a homeostase corporal, tornando o meio susceptível às congestões linfáticas na cavidade pélvica, além das alterações na distribuição espacial dos órgãos na pelve, do aumento nas assimetrias biomecânicas, déficits no funcionamento do sistema nervoso autônomo, diminuição na nutrição local pelo mau suprimento sanguíneo, além da alta concentração de “lixo metabólico”, o que torna a mulher inapta para a concepção da vida. Perceber se há algum problema com o sistema reprodutor pode ser mais fácil do que se imagina. Alguns sintomas são previamente identificados, como cólicas menstruais, síndrome pré-menstrual, cistos ovarianos, instabilidade emocional e depressão.

O tratamento de origem osteopática – uma especialidade da fisioterapia que atua por meio de técnicas manuais em favor de todo o organismo – favorece o metabolismo tecidual e promove uma espécie de limpeza nos órgãos reprodutores, diminuindo a pressão nos vasos sanguíneos, facilitando o suprimento arterial e colaborando para a absorção de nutrientes. Há uma grande quantidade de ligamentos no sistema genital, os quais são importantes para o funcionamento dos órgãos pélvicos. O ligamento uterovesical liga a bexiga ao útero, o uterosacral liga o útero ao sacral, suspendendo o útero posteriormente, além dos ligamentos ovarianos e tubo-ovarianos. Tais conexões possibilitam a dinâmica dos órgãos pélvicos, principalmente durante o ciclo menstrual e gravídico.

Ter conhecimento e realizar o tratamento necessário destes sintomas é essencial para melhorar o funcionamento dos órgãos reprodutores, porém é preciso ficar atento e, no caso da osteopatia não apresentar uma melhora, buscar um tratamento mais intenso.
 
*Fisioterapeuta osteopata e Coordenador da Escuela de Osteopatía de Madrid Brasil em Recife, Pernambuco


A contribuição da experiência profissional mercadológica para o professor do curso de Comunicação Social nas habilitações em Jornalismo e Publicidade e Propaganda - Jéssica Cruz*

Você, acadêmico, já se perguntou qual o grau de conhecimento que tem seu professor de Ensino Superior? É importante saber o currículo de seu docente, e o grau de conhecimento profissional que ele tem no mercado de trabalho local, destaco aqui a área de Comunicação Social, seja o profissional de Jornalismo ou de Publicidade e Propaganda.

O mercado está em constante mudança, e assim se faz necessário um mínimo de entendimento da prática profissional em suas áreas de abrangência pelo docente para que a teoria dada em sala de aula possa ser o mais real acompanhando às mudanças e assim preparando melhor o discente para o mercado de trabalho.

O desenvolvimento do mercado afeta diretamente o processo de ensino-aprendizagem de novos jornalistas e publicitários. Esse papel é representado na figura do educador, ou seja, o docente de nível superior.

Considerando uma média de 4 turmas de Comunicação Social que são montadas anualmente em vestibulares de duas instituições de Ensino Superior no Estado nas habilitações em Jornalismo e Publicidade e Propaganda com um quantitativo de mais de 50 vagas por turma, é um número considerável de formandos a cada 4 e 5 anos graduados e disponíveis para o mercado de trabalho.

O Estado de Roraima possui aproximadamente 350 bacharéis em Comunicação Social habilitados só em Publicidade e Propaganda, entre estes poucos professores da área que ocupam uma parcela significativa de profissionais que qualificam todos os anos estes estudantes para o mercado de trabalho, esses jovens serão as principais forças de trabalho no Estado e são futuros e importantes formadores de mercado, ou seja, possui importante papel para que o conhecimento passado tenha sido referenciado pela experiência vivida pelo docente, onde a teoria e prática tenham sido repassadas e vivenciadas pelo docente.

A relação profissional de um professor vivenciada na prática ao ser repassada para os alunos contribui no ensino e na aprendizagem, e é de extrema relevância a experiência profissional dentro da influência da prática docente.

A falta de vivência profissional no processo de Comunicação Social afeta diretamente na formação acadêmica e na forma de agir do profissional de docência, sem o devido conhecimento do mercado e do profissionalismo em que o mesmo traz, o acadêmico por sua vez é a ponta do processo, pois é ele que leva a bagagem de conhecimento que lhe foi passada para a realidade profissional.

O acadêmico mal formado e sem o mínimo de entendimento do funcionamento de uma redação ou mesmo de uma agência de Publicidade, após sua formação não se sentirá preparado para a realidade profissional, sendo pressionado pela inexistente de conhecimento prático, tendo apenas como base a teoria vazia passada em sala de aula. Essa é a realidade de muitos formandos deste curso, que acabam desistindo de atuar na área ao qual se formaram.

O docente é o princípio do processo de ensino-aprendizagem para o conhecimento da práxis, sua forma de atribuir à prática existente em seu currículo para a sala de aula é quem vai fomentar na vida do acadêmico, o que lhe espera ao sair da graduação, ora que o docente precisa desta premissa para abranger seu campo de conhecimento e para respaldo de questionamentos futuros por parte de seus discentes. A formação de conhecimento do formando frente ao mercado de trabalho após a conclusão de seu curso depende deste prévio conhecimento repassado por seu professor no período acadêmico.

Deveria ser uma necessidade prévia na hora da contratação do docente para a instituição de ensino superior, que seu conhecimento da prática profissional mercadológica seja pertinente para o conhecimento que será aplicado em sala de aula em disciplinas específicas a exemplo rádio e TV, assessoria de imprensa ou mesmo atendimento de mídia. Porém, somente a formação de graduação é quesito para a contratação de professores desta área, como se a prática não fizesse parte do resultado da teoria dada. Não podemos dizer que essa seja a realidade de todas as disciplinas no curso de Comunicação Social, porém ainda vemos muitos professores apenas com o conhecimento técnico da área e pouco da experiência do que é a realidade do mercado local.

Convido você, professor, a realizar esta experiência profissional, mesmo que essa vivência não seja exigida em sua instituição de ensino, vai valer a pena ver na prática o que se ensina em sala de aula.

* Jornalista, formada em Comunicação Social com habilitação em Publicidade e Propaganda; Especialista em Docência do Ensino Superior.
E-mail: jessicacruz.ascom@gmail.com


Construindo a vida - Afonso Rodrigues de Oliveira*

“A vida é muito curta para ser pequena.” (Disraelli)

Você se olha no seu espelho interior? Faça isso vez por outra. É um exercício que leva à racionalidade. E somos todos de origem racional. Logo, devemos ser racionais. Mas ainda temos muito caminho a percorrer para chegarmos onde devemos chegar. Mas temos que chegar lá. A vida que vivemos aqui, sobre este planeta pequeno, desordenado e ainda em evolução, é muito curta. E é precisamente por isso que devemos vivê-la grande. E só conseguiremos isso vivendo com grandeza. E tudo está na nossa mente.

Somos todos imortais. Nossa embalagem, que a chamamos de corpo, é que tem prazo de validade. Então vamos cuidar dele assim como cuidamos da nossa alma; já que não me ocorre outro nome para ela. Nunca desperdice, um minuto sequer do seu tempo com coisas ou pensamentos negativos. Afinal somos o que pensamos, e é com nossos pensamentos que transmitimos ao nosso subconsciente o que verdadeiramente desejamos para nossa racionalidade.

Valorize-se no que você é. Você não é inferior a ninguém. E como somos todos iguais nas diferenças, nunca se julgue superior a alguém. Só quando entendemos isso respeitamos o nosso próximo. Entendemos e respeitamos o pensamento do Emerson: “Você é tão rico ou tão pobre quanto o seu vizinho; senão não seria vizinho dele”. E seu vizinho não é somente os que moram próximos à sua residência. Somos vizinhos no que somos. E para que sejamos o que queremos ser é necessário que saibamos o que realmente queremos.

O reino de Deus está dentro de nós. E só quando não entendemos nem acreditamos nisso, não somos dignos do poder que temos. Só quando sabemos quem somos, de onde viemos e para onde iremos, somos capazes de dirigir nossas vidas dentro do nível de racionalidade em que nos encontramos. Não permita que sua vida seja pequena. Ela é apenas curta dentro do sistema eletromagnético em que você se encontra. E nossa evolução dentro deste sistema depende de cada um de nós. Do quanto somos capazes na evolução da nossa racionalidade.

O amor não é posse, é dádiva. E só damos o que temos. E quando damos, não emprestamos nem esperamos recompensa. Porque é assim que demonstramos nossa superioridade para conosco mesmo. O importante é que façamos o que devemos fazer, da melhor maneira que deve ser feito. Porque sempre podemos fazer o melhor depois do melhor que fizemos. Sabemos que nunca iremos atingir a perfeição enquanto estivermos por aqui, procurando nossa racionalidade no que fazemos. E não se esqueça de que o amor é o esteio de toda nossa evolução a caminho da racionalidade. Pense nisso.

*Articulista
afonso_rr@hotmail.com
99121-1460

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