CRISE NA VENEZUELA
Após declaração de Trump sobre Venezuela, MRE diz que uso da força é inaceitável
O ministério pontua que os países do Mercosul consideram que os únicos instrumentos viáveis para a promoção da democracia na Venezuela são o diálogo e a diplomacia
Por Folha Web
Em 13/08/2017 às 09:00
O ministério pontua que os países do Mercosul consideram que os únicos instrumentos viáveis para a promoção da democracia na Venezuela são o diálogo e a diplomacia (Foto: Divulgação)

Depois de o presidente americano Donald Trump afirmar que não descarta uma “opção militar” na Venezuela, o Ministério das Relações Exteriores brasileiro divulgou nota para reafirmar que a posição do Mercosul é de “repúdio à violência e qualquer opção que envolva o uso da força” no país vizinho.

Na nota, o Itamaraty lembra que o Mercosul já decidiu, no último dia 5, manter a Venezuela suspensa do bloco em razão da ruptura democrática no país vizinho e que “desde então, aumentaram a repressão, as detenções arbitrárias e o cerceamento das liberdades individuais”.

O ministério pontua que os países do Mercosul consideram que os únicos instrumentos viáveis para a promoção da democracia na Venezuela são o diálogo e a diplomacia.

“Os países do Mercosul continuarão a insistir, de forma individual e coletiva, para que a Venezuela cumpra com os compromissos que assumiu, de forma livre e soberana, com a democracia como única forma de governo aceitável na região. O governo venezuelano não pode aspirar ao convívio normal com seus vizinhos na região enquanto não for restaurada a democracia no país”, afirma ainda a nota do Itamaraty.

Nesta sexta-feira (11), o governo peruano também anunciou a expulsão do embaixador da Venezuela em Lima. A decisão foi tomada após uma nota de protesto ser emitida pelo governo de Caracas em razão da Declaração de Lima – documento assinado pelos chanceleres de 17 países da América Latina considerando que não existe democracia na Venezuela.

Rodrigo Colares da Costa disse: Em 15/08/2017 às 11:37:23

"No geral, essas declarações anti-intervenção militar estadunidense, oriunda de quase todas os países sul-americanos e o México, é porque não querem abrir o precedente de ação militar, em seus próprios territórios quando estiverem em crise (o que é comum na América Latina). No caso venezuelano, essa intervenção, a meu ver, até já viria tarde, as consequência são notórias, basta andar nas ruas de Boa Vista (ou em Manaus), para que se vivencie as consequências provocadas pela ditadura narcótica venezuelana. Ditadores resistem em sair, quando sanções não estão dando certo, só na força bruta."

concurseiro disse: Em 14/08/2017 às 17:20:17

"dialogo não serve para nada. mais força e menos diplomacia tupiniquim foi assim que os EUA se transformou no mais próspero país, com elevada qualidade de vida e democracia. trump neles"

Manuel disse: Em 13/08/2017 às 23:11:16

"Pau no canalha podre.."

ANTONIO DE OLIVEIRA disse: Em 13/08/2017 às 20:46:46

"O governo dos Estados Unidos,não negocia com terrorista!"

Saúde Caburai disse: Em 13/08/2017 às 20:21:54

"MRE eles são pagos para isso, SER FRACO! Pergunta do Julgmann o que ele acha"