CALHA NORTE
Diretor do Calha Norte pede ajuda para manutenção de unidades militares na fronteira
Por Folha Web
Em 07/10/2017 às 01:18
Edio Lopes tratou com o diretor do Departamento do Programa Calha Norte, brigadeiro Roberto de Medeiros Dantas, também sobre ações de desenvolvimento (Foto: Divulgação)

Como relator das questões orçamentárias relacionadas à Defesa e Justiça, o deputado federal Edio Lopes (PR) visitou o diretor do Departamento do PCN (Programa Calha Norte), brigadeiro Roberto de Medeiros Dantas para ouvir as várias dificuldades e necessidades enfrentadas pelo Programa Calha Norte.

O diretor Roberto Dantas destacou ao deputado duas ações específicas que necessitam de apoio e equilíbrio orçamentário entre elas, que são: manutenção das unidades militares e de desenvolvimento.

Ele explicou que desde 2012 para cá, o apoio na conservação dos pelotões sofreu uma redução abrupta. “Desenvolvimento trabalha junto com soberania. Não existe país soberano que não seja desenvolvido, e não existe país desenvolvido que não seja soberano”, salientou Dantas.

Outra questão abordada pelo deputado foi a de assegurar no orçamento, recursos suficientes para a implantação de um sistema de energia solar com capacidade de fornecer toda a energia necessária aos pelotões de fronteiras de Surucucus e Auaris e, também, garantir recursos para que o 6º BEC (Batalhão de Engenharia de Construção) em Roraima, possa adquirir máquinas para a equipe de terraplanagem.

O Programa Calha Norte existe há 35 anos em Roraima. “Estou muito satisfeito e agradeço ao brigadeiro Roberto Dantas pelas informações abordadas na reunião, pois o Calha Norte é de grande importância para região e precisa ser reestruturado e valorizado”, declarou.

CAMPANHAS ELEITORAIS - O deputado federal Edio Lopes salientou que é contra a instituição do FEFC - PL 8703/17 (Fundo Especial para Financiamento de Campanha), estimado em R$ 1,7 bilhão.

“Me posicionei contra a criação do fundo eleitoral. Inclusive, fiz vários pronunciamentos. E quanto ao voto, votei contra o requerimento que deu ao projeto o regime de urgência, sem o qual o projeto não poderia ser votado no prazo para ter vigência para a próxima eleição. Essa votação foi nominal e votei contra. Quanto ao mérito da matéria, usando uma manobra regimental o presidente decretou a votação pelo sistema simbólico o que causou muitos protestos, meus inclusive”, afirmou.

LEITOR DO FBV DIARIO disse: Em 07/10/2017 às 02:10:00

"VAMOS VER SE VEM ESSA GRANA"