LAVA JATO
Líder do Governo comentou sobre a lista de Janot
"A nós cabe transformar a realidade e estamos fazendo", disse Jucá
Por Folha Web
Em 16/03/2017 às 23:30
"Cada um faz seu papel", comentou Jucá (Foto: Pesquisa por imagem)

O senador Romero Jucá (PMDB-RR) líder do governo, falou hoje sobre a preocupação do governo com a divulgação dos nomes da lista entregue nesta semana pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao Supremo Tribunal Federal, com pedidos de abertura de inquérito sobre pessoas com foro privilegiado.

As investigações se referem às delações premiadas de ex-executivos da Odebrecht no âmbito da Operação Lava Jato, com acusações que referem Corrupção passiva, corrupção ativa, lavagem de dinheiro, fraude em licitações, formação de cartel e o artigo 350 do Código Eleitoral: prestar informações falsas à Justiça Eleitoral.

“À Procuradoria da República cabe investigar, fazer lista, fazer investigação, está no papel dela. A nós cabe votar, mudar o Brasil, transformar a realidade, e nós estamos fazendo. Cada um deve fazer o seu papel, e no final a sociedade julga, e a Justiça efetivamente vai julgar também quando os processos estiverem completos, o que não será em curto prazo. Nós não vamos parar, nós vamos trabalhar, nós vamos cumprir a nossa tarefa”, afirmou o senador, referindo-se às reformas que estão sendo discutidas no Parlamento.

Reunião com o TSE - Jucá recebeu hoje os ministros do TSE Tarcísio Vieira de Carvalho Neto e Henrique Neves da Silva para discutir uma nova legislação eleitoral no que diz respeito a procedimentos mais burocráticos.

Segundo o senador, o grupo, que, além dos ministros, inclui dirigentes partidários, não está tratando de reforma política.

“Estamos discutindo uma série de propostas que vão fazer com que tenhamos menos penalidades, mais transparência e menos burocracia na relação dos partidos com o Tribunal Superior Eleitoral”, afirmou.

Com informações da EBC

Comentários
gilberto marcelino disse: Em 17/03/2017 às 12:40:37

"Interessa, e muito, que as acusações que pesam contra os políticos sejam apuradas rapidamente. A sociedade tem o direito de saber quem é quem, considerada principalmente a proximidade das eleições. "