LIVRE DA MOSCA DA CARAMBOLA
Roraima volta a poder exportar frutas
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Com a resolução, o estado fica livre para exportar sua produção para outros países
Por Folha Web
Em 16/05/2018 às 15:00
De acordo com o Superintendente Federal de Agricultura em Roraima, Plácido Alves, a resolução é resultado de muito trabalho e irá favorecer diretamente o produtor roraimense (Foto: Wenderson de Jesus)

A Resolução número 3, do Ministério da Agricultura (MAPA), publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (16/5), declara livre da praga da mosca da carambola diversas áreas de Roraima.

A praga quarentenária ataca espécies frutíferas e desde que foi constatado o primeiro foco da mosca em Roraima, em 2010, o estado estava impedido de exportar frutas que poderiam ser hospedeiras da praga.

O entrave na exportação gerava, anualmente, prejuízo de mais de R$ 100 milhões ao Estado, segundo dados da Superintendência Federal de Agricultura em Roraima (SFA-RR).

Agora, apenas Amajari, Normandia, Uiramutã, Pacaraima e o norte de Bonfim estão de fora por ficarem em regiões acometidas da praga.

De acordo com o Superintendente Federal de Agricultura em Roraima, Plácido Alves, a resolução é resultado de muito trabalho e irá favorecer diretamente o produtor roraimense.

 “Quem ganhou foi o produtor rural que vai poder hoje poder exportar o fruto dele para outros mercados, o que antes estava restrito apenas para a capital. Temos uma parceria com a Agência de Defesa Estadual, no qual ela tem participação dessa conquista, e não podemos deixar de falar dos técnicos que trabalharam para efetivar essas políticas públicas”

Com a resolução o estado fica livre para exportar sua produção para outros países. “O nosso produtor pode ter a tranquilidade de enviar os produtos para o mercado nacional e internacional, nós já temos importadores aqui no estado querendo comprar esses frutos, como a manga no caso, que é o principal fruto de importação de Roraima, já existe uma negociação para que o roraimense leve essa fruta para os demais mercados, tanto na Argentina quanto no Peru, e fazendo com que o nosso produtor invista nessa renda e tenha uma melhora na qualidade de vida” informou Plácido.

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