Médico fala sobre microcefalia e trabalho feito com gestantes com Zika em RR
Além do CREM, no bairro Mecejana, o Hospital da Criança Santo Antônio também faz o acompanhamento de gestantes com suspeita de zika.
Por Nara Nascimento
Em 18/01/2016 às 00:00

Com o registro do primeiro caso de microcefalia com relação ao zika vírus, que é transmitido por meio da picada do mosquito Aedes aegypti, órgãos de saúde intensificam as ações de monitoramento em gestantes. Um médico fala sobre o acompanhamento que é feito com as grávidas com suspeita de Zika no estado.

A microcefalia é uma condição rara em que o bebê nasce com o crânio do tamanho menor do que o normal, apresentando perímetro igual ou menor a 32 centímetros.

Só em boa vista, 61 mulheres grávidas apresentaram sintomas compatíveis com o Zika, mas, segundo a Prefeitura de Boa Vista, deste número, 12 já tiveram bebê e apenas um nasceu com a doença.

Especialistas afirmam que as sequelas variam conforme cada caso. A doença não tem cura, mas o tratamento realizado com fisioterapeuta, fonoaudiólogo, neurologista e outras especialidades ajudam a melhorar o desenvolvimento e a qualidade de vida dos pacientes acometidos pela anomalia.

Além do Centro de Referência e Especialidades Médicas (CREM), que fica localizado no bairro Mecejana, o Hospital da Criança Santo Antônio também faz o acompanhamento de gestantes com suspeita de zika.