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Transmitida por mosquitos, febre Oropouche tem maior incidência no Norte do Brasil

Estado do Amazonas confirmou surto da doença no último final de semana, com cerca de 1.600 casos.

A ação reforça a vigilância e a prevenção dos casos durante o período chuvoso, quando o Aedes aegypti se prolifera com mais intensidade - Foto: Reprodução/Internet
A ação reforça a vigilância e a prevenção dos casos durante o período chuvoso, quando o Aedes aegypti se prolifera com mais intensidade - Foto: Reprodução/Internet

Com cerca de 1.600 casos de febre Oropouche no Amazonas, especialistas em saúde alertam sobre a necessidade de atenção redobrada e prevenção contra os mosquitos. Manter os ambientes livres de criadouros, o uso de repelentes e telas são medidas relevantes.

Enquanto a dengue já atingiu mais de um milhão de casos suspeitos desde o início de 2024, a febre oropouche também tem causado alarme devido ao aumento significativo de casos, especialmente na região Norte do país. Saiba mais sobre a doença.

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O que é a febre Oropouche?

A febre Oropouche é uma doença viral que se manifesta com frequência na Amazônia, transmitida pela picada do mosquito Culicoides paraenses, popularmente conhecido como maruim. Desde a década de 1970, a doença tem causado surtos no Brasil.

Sintomas

Os sintomas são semelhantes aos da dengue e da chikungunya: febre, dores no corpo e cabeça, articulações e músculos. Calafrios, náuseas e vômitos também são sinais. No tratamento, além de cuidados com repouso e hidratação, recomenda-se o uso de repelentes e permanência em ambientes climatizados para evitar novas picadas e consequentes infecções.

Prevenção

De acordo com o Ministério da Saúde, as medidas de prevenção contra a Febre do Oropouche envolvem evitar a picada do mosquito infectado. O órgão recomenda que ao adentrar em locais de mata e beira de rios, a população deve fazer uso de repelentes e roupas compridas, além de usar cortina e mosquiteiros em áreas rural e silvestre.

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