Por Folha Web
Em 19/01/2019

LIBRAS

Um leitor que pediu para não ser identificado denunciou por e-mail: “Sou intérprete de Libras [Língua Brasileira de Sinais] e presto serviços para a Secretaria Estadual de Educação. Eu e os demais intérpretes de Libras estamos desde setembro sem receber. Agora, o novo governo diz que estávamos trabalhando de forma ilegal e não quer nos pagar. Por favor, nos ajudem denunciando essa situação. Estamos desesperados”.

JUNTA MÉDICA

Sobre os serviços da Junta Médica Oficial do Estado, um leitor que pediu para não ser identificado denunciou por e-mail: “Os médicos peritos da Junta Médica Oficial do Estado não estão realizando perícias, gerando prejuízos aos servidores do Estado e da União. A alegação é que os servidores de apoio foram exonerados, pois ambos eram comissionados e, na referida pasta, apenas dois são efetivos, sendo que um deles está de férias, o que impossibilita o atendimento uma vez que a gestão não remanejou servidores para o setor. Estou sem condições de trabalho e aguardando perícia há duas semanas”.

RORAINÓPOLIS

O morador de Rorainópolis Clóvis Gonçalves denunciou o descaso dos poderes Legislativo e Executivo daquele município. “Sou cidadão residente de Rorainópolis desde 2000 e gostaria de denunciar a falta de respeito para com a criação e aprovação de leis em nosso município. O Legislativo aprovou e o prefeito sancionou a Lei 341/2017, de 12 de setembro de 2017. Contudo, se esqueceram de retirar o nome de um município no Estado do Paraná, ‘FOZ DO IGUAÇU’, ou seja, onde deveria estar escrito município de Rorainópolis. Estamos em 2018 e nenhum dos legisladores municipais ou o próprio prefeito buscou corrigir o erro. Desta forma, subentende-se o uso do famoso CTRL C - CTRL V. Fica meu repúdio”.

SAÚDE

Por e-mail, um leitor que prefere não se identificar denunciou: “Quero denunciar o Hospital Geral de Roraima, onde há pacientes internados desde dezembro aguardando liberação de uma CPRE [procedimento para retirada de pedra no canal do pâncreas] que se deslocou da vesícula, e não há liberação, pois não pagaram os médicos e falta material para cirurgia. A vida de uma pessoa não vale mais nada. Infelizmente, estamos vivendo um caos na saúde”.

Folha Web
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