Por Fabiano de Cristo
Em 17/12/2019

Editorial

Você já parou para pensar que para manter o status, as pessoas consomem coisas que não precisam com o dinheiro que não tem, para impressionar pessoas de quem não gostam ou até mesmo para demostrarem ser quem de fato não são? A ideia não é excluir as nossas emoções de nossas escolhas, mas, dar um sentido a elas.

O quanto vale seu dinheiro hoje e amanhã

Dizer a você que se você gasta muito dinheiro hoje, poderá ter problemas no futuro; mas você gasta menos dinheiro hoje para ter mais dinheiro amanhã. Já diz um famoso ditado popular financeiro “o dinheiro de hoje não é o mesmo de amanhã”

Um exemplo básico é, você quer investir em um terreno de um loteamento, porém hoje o terreno vale R$ 100.000,00 (cem mil reais), hoje, amanhã (médio e longo prazo) pode valer R$ 120.000,00 (cento e vinte mil reais), por conta da valorização do loteamento, ou seja, os mesmos R$ 100.000,00 que você tem hoje, não serão os mesmos capaz de comprar o mesmo terreno daqui a 3 ou 5 anos futuros.

Atente para o fato de que não existe uma escolha certa ou errada

Podemos definir necessidade como: tudo aquilo de que realmente precisamos independente de nossos sonhos. É indispensável para o nosso dia a dia, por exemplo: a nossa alimentação. Já os desejos são ou é tudo aquilo que queremos ter ou usufruir, porém, são coisas necessárias ou não. Um exemplo do que foi citado a necessidade de se alimentar, porém, em um restaurante refinado com valores agregados somente para saciar o meu desejo de poder comer algo em um local de luxo.

Estratégias de investimento

Você já deve ter ouvido falar em "curto prazo" e "longo prazo", né? Mas, e aí, como definir qual o prazo certo para você? E como definir o tal "perfil de investidor"?

O ideal é que você entenda, primeiro, que os prazos são diretamente relacionados com os seus objetivos. Então, é muito importante que você tenha objetivos bem claros para o seu dinheiro, em cada um desses prazos. Aí fica mais fácil balancear seus riscos e retornos.

Prioridades

O problema surge quando começamos a tratar nossos desejos como prioridade e como se fossem nossa necessidade. Sendo assim os desejos são limitados, assim como os recursos são limitados, ao pensar que as sua necessidade só serão satisfeitas com os seus desejos, é um caminho que está sendo tomando rumo ao endividamento.

Fabiano de Cristo
jornalista@teste.com.br
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