Por José Maria Neto
Em 05/04/2018

DICAS DE PORTUGUÊS – WILLER LIRA

Professor Willer Lira diz:

– Sua prova, de certo, apresentará alguns textos para análise. Por isso, espera-se que seja cobrado o assunto de compreensão e interpretação de textos. Minha orientação é que você faça, a princípio, a leitura das questões para evitar que o desgaste por leituras excessivas dos textos da prova. Lembre-se, ainda, de que ao analisar um texto é necessário MARCAR SINÔNIMOS, DESTACAR AS INFORMAÇÕES IMPORTANTES DE CADA PARÁGRAFO e ELABORAR SEU PRÓPRIO RESUMO DO TEXTO. Faça uma primeira leitura despretensiosa para aguçar sua curiosidade quanto ao tema proposto e, só na segunda leitura, focar nos itens de relevância relacionados às questões. Confie! Funciona!

– É bem normal que seja cobrado o assunto CONJUNÇÕES. Para questões que abordem esse assunto, não tenha medo de fazer verificações de trocas entre as conjunções apresentadas no enunciado do determinado período composto. Não esqueça que existem conjunções coordenativas (independentes) e subordinativas (dependentes). Minha dica é estudar MUITO esse assunto. DECORE AS CONJUNÇÕES!

– Ainda falando em período composto, cabe ressaltar que as bancas vêm cobrando com frequência o assunto ORAÇÕES SUBORDINADAS ADJETIVAS. Abuse de usar o seguinte recurso: RESTRITIVA (SEM ISOLAMENTO POR VÍRGULAS, TRAVESSÕES OU PARÊNTESES) e EXPLICATIVAS (COM O TAL ISOLAMENTO). Esse é um tiro certo.

– Outro assunto bastante cobrado é SUJEITO. Por isso, peço ATENÇÃO MÁXIMA! As bancas adoram fazer uma confusão na cabeça do concorrente entre SUJEITO e OBJETO DIRETO. Então, faço a minha deixa: SUJEITO CONTROLA O VERBO. ELE É O RESPONSÁVEL PELA CONCORDÂNCIA VERBAL. JÁ O OBJETO DIRETO É CONHECIDO POR SER UM COMPLEMENTO DE UM VERBO TRANSITIVO DIRETO. Eis um exemplo para facilitar sua vida:
O menino lavou o carro.
Sendo: [O menino] = SUJEITO; [lavou] = VTD; [o carro] = OBJETO DIRETO.

Veja, agora, um assunto muito importante e muito cobrado em diversas provas de concurso:

Vozes Verbais

Voz verbal corresponde a uma marca do verbo!

1) Voz Ativa: Quando o sujeito é agente, ou seja, pratica a ação verbal ou participa ativamente de um fato, ou seja, SEM UMA MARCA JÁ ESTABELECIDA para o verbo!
Ex.: As meninas exigiram a presença da diretora. (NOTE QUE O VERBO “EXIGIR” NÃO APRESENTA UMA MARCA).

2) Voz Passiva: Quando o sujeito é paciente, ou seja, sofre a ação verbal.
A) Voz Passiva Sintética: A voz passiva sintética é formada por verbo transitivo direto, pronome se (partícula apassivadora – MARCA DE VOZ PASSIVA) e sujeito paciente. (A MARCA AQUI É A PARTÍCULA SE)
Ex.: Entregam-se encomendas.

B) Voz Passiva Analítica: A voz passiva analítica é formada por sujeito paciente, verbo auxiliar ser ou estar, verbo principal indicador de ação no particípio - ambos formam locução verbal passiva - e agente da passiva. Veja mais detalhes aqui. (A MARCA AQUI É A LOCUÇÃO SER+PARTICÍPIO)
Ex.: As encomendas foram entregues pelo próprio diretor.

Passagem da ativa para a passiva e vice-versa

Para efetivar a transformação da ativa para a passiva e vice-versa, procede-se da seguinte maneira:
1 - O sujeito da voz ativa passará a ser o agente da passiva.
2 - O objeto direto da voz ativa passará a ser o sujeito da voz passiva.
3 - Na passiva, o verbo ser estará no mesmo tempo e modo do verbo transitivo direto da ativa.
4 - Na voz passiva, o verbo transitivo direto ficará no particípio.

Lembre-se de que só será possível a criação de uma voz passiva a partir de um verbo com a transitividade direta: VTD ou VTDI.

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Finalizo minhas observações dizendo que a calma e a concentração fazem toda a diferença no desenrolar das questões. Não utilize todo o seu tempo em uma única disciplina! Domine seu tempo de prova. Eu SEMPRE acredito muito no que meus alunos podem render! ACREDITE EM VOCÊ TAMBÉM, pois a aprovação está logo ali à sua frente!

Forte abraço! Professor Willer Lira.

#REGISTRO

Hoje, nossas homenagens vão para nossa aluna querida, Karla Brasil, pela sua posse na Guarda Municipal de Boa Vista. Parabéns!!

 

 

#TESTE SEUS CONHECIMENTOS:

(ANALISTA JUDICIÁRIO – JUDICIÁRIA – TRE/MT –CESPE/2010) O princípio da finalidade, explicitado no art. 37 da CF, define que, se o gestor público praticar atos fora dos fins expressa ou implicitamente contidos na regra de competência, praticará desvio de finalidade. E se tal ato atentar contra os princípios da administração pública ao visar fim proibido em lei ou demais normas, constituirá ato de improbidade administrativa.
Resposta: Errada

(ANALISTA JUDICIÁRIO – ADMINISTRATIVA – TRT 17ªREGIÃO – CESPE/2009) As sociedades de economia mista e as empresas públicas que prestam serviços públicos estão sujeitas ao princípio da publicidade tanto quanto os órgãos que compõem aadministração direta, razão pela qual é vedado, nas suas campanhas publicitárias, mencionar nomes e veicular símbolos ou imagens que possam caracterizar promoção pessoal de autoridade ou servidor dessas entidades.
Resposta: Certo

(ANALISTA JUDICIÁRIO – JUDICIÁRIO – TRE/MA –CESPE/2009) O princípio da moralidade administrativa, por possuir relação com o princípio da legalidade, impõe que um ato, para ser legal, isto é, esteja em conformidade com a lei, precisa ser necessariamente moral.
Resposta: Errada

José Maria Neto
jornalista@teste.com.br
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