Por Gildo Júnior
Em 26/09/2019

EDITORIAL

Caminhar respirando o ar puro e admirando a paisagem é a principal opção dos turistas de todas as partes que visitam a Chapada. Os lugares verdejantes guardam sempre uma surpresa com águas cristalinas ou areias coloridas, belos morros, flores e hortaliças que encantam pela beleza e viço. É hora de transformar o sonho em realidade e viajar por esta terra de encantos e singularidades!

FICA A DICA

Nossa viagem nós fizemos com a empresa Chapada Soul, que é especializada em turismo de aventura na região da Chapada Diamantina, inclusive para quem curte fazer rapel, além do trekking.

Procure pela agência Chapada Soul que possui ótimos pacotes de turismo e aventura na Chapada Diamantina a um ótimo preço e também para a prática deste roteiro, pelo fone Telefone de Plantão: (75) 99940-6004 que também é whatsapp, ou pelo site.

Ah, além das informações que nossos fantásticos guias nos passavam, tive o apoio do Guia da Chapada Diamantina, que você encontra à venda pelo site, nas rodoviárias da Bahia, também em várias lojas pela Chapada Diamantina e/ou pelo site. Algumas fotos são de Açony Santos retiradas pelo site do Guia da Chapada Diamantina.

CHAPADA DIAMANTINA – FUMAÇA E LAPA DOCE

Em nosso terceiro dia no Parque Nacional da Chapada Diamantina, fomos à tão conhecida Cachoeira da Fumaça.

Ás 08:30h saímos de carro de Lençóis para o Vale do Capão, onde iniciamos a trilha para a Cachoeira da Fumaça. Seguimos por trilha, sendo uma constante o visual do Vale do Capão, que vai descortinando seus morros, vales e serras, junto com sua rica fauna e flora, orquídeas, sempre-vivas; e à medida que subimos sentido os Gerais da Cachoeira da Fumaça, nos aproximamos da vista daquela imensa queda d’água. 

A Cachoeira da Fumaça é uma das mais belas e altas quedas d’água do país, com 380 metros, e para acessá-la por cima é preciso enfrentar 2 km de trilha íngreme. Por isso, para a construção de 50 metros de passarela foi preciso contar com a colaboração de muitas pessoas. Todo material foi transportado no braço, incluindo de alguns visitantes e voluntários que se dispuseram a levar tábuas ladeira acima. (Guia da Chapada Diamantina)

Pense numa tarde fantástica com a equipe da Chapada Soul, que nos proporcionou um passeio até esse extraordinário, a uma queda d’água de 380 metros, que está no páreo de ser a maior Cachoeira do Brasil. Com uma paisagem única, e uma visão fenomenal do que é a Chapada Diamantina e todo seu potencial turístico.

Ao final do passeio, ainda degustamos de um dos quitute da região, pastel de jaca verde e de lá fomos para a Cachoeira do Riachinho, queda d´água forte e poços grandes e espaçosos para nos banhar e relaxar.para fechar o dia.

No quarto dia, tomamos aquele café reforçado em nossa Pousada e logo a equipe da da agência de turismo passou para nos buscar e levar a um lugar incrível, ou melhor, a lugares incríveis, iniciando pela Gruta da Lapa Doce, que faz parte de um complexo de cavernas com cerca de 20km mapeados. Ampla, arejada é plana, surpreende pela grandiosidade de sua entrada, com 72m de altura.

Lá pudemos ver varias formações como estalactites e estalagmites e de acordo com o nosso guia, brincando com uma das formações, estalagtetas.

Viajar ao centro da terra é sempre uma experiência misteriosa que ativa memórias, aguça os sentidos e estimula a criatividade. Muitas vezes, ao ouvir a palavra “caverna”, nosso imaginário nos conduz a um ambiente apertado, escuro e meio assustador. Mas nem sempre é assim. Conceitualmente, cavernas são cavidades que possibilitam o acesso de seres humanos. São formadas naturalmente, devido a uma série de processos geológicos ao longo de milhares de anos e apresentam salões, corredores e formações esculpidas também pelo efeito da água. De fato, muitas cavernas podem causar desconforto devido às suas passagens estreitas, mas também existem cavernas imensas, com salões amplos e vários metros de altura, eliminando a sensação claustrofóbica. É o caso da Gruta da Lapa Doce, em Iraquara, um dos atrativos mais famosos da Chapada Diamantina e uma das maiores do Brasil, com seus mais de 25 km de extensão.

Na próxima semana iremos finalizar com a história dessa fantástica viagem à Bahia.

Qual a diferença entre gruta e caverna?

“Nenhuma. Outros nomes também representam essas cavidades, como Lapa, Gruna, Toca e outros. Essa denominação tem a ver com os termos regionais e não com o tipo de cavidade. Tecnicamente, só existe diferença de denominação para abismo, onde a profundidade é maior que o trecho horizontal e para abrigo sob rocha, onde de maneira simplista, o trecho horizontal é menor que a altura da entrada, ‘boca’ “, esclarece Alexandre Lobo, espeleólogo do Grupo Bambuí de Pesquisas Espelológicas. (Guia da Chapada Diamantina)

BÓRA VIAJAR?

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Entre em contato com nossa equipe pelo e-mail roraimaextremo@gmail.com ou visite nossa Fan Page, enviando-nos suas sugestões. Um grande abraço e até a semana que vem, com muito mais turismo e aventura aqui no seu Roraima ao Extremo.

Gildo Júnior
Desde: 2000-01-01
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