Por Victor Matheus
Em 09/04/2019

ABRE A CONTA

Bom dia rocker! No editorial de hoje não falarei sobre o rock, sobre cultura, sobre algo relacionado diretamente a esta coluna. Hoje escrevo aqui para falar de um cara que foi e ainda é responsável pela parte mais intensa e definitiva do que sou nesta jornada chamada vida: a parte do som! A parte da música! Hoje, escrevo aqui para falar do meu pai, Idio Matos, que hoje celebra 61 anos de vida neste mundo, e que foi a primeira pessoa a ver em mim a veia artística, que me fez despertar para a música e me trouxe até aqui, onde me encontro hoje. Foi ele que me ensinou os primeiros acordes no violão, que me colocava em cima de uma mesa de bar ainda na infância para cantar músicas sertanejas acompanhadas do seu violão tonante, desafinado, mas destemido e cheio de inspiração. Sim! Antes do rock, nasci para a música cantando músicas sertanejas com meu pai, na roda de bar com amigos, em muitas noites de Boa Vista. Há 19 anos meu coroa me desafiou a conquistar um sonho meu, e como prêmio, caso tivesse êxito na empreitada, me daria a primeira guitarra, a mesma que carrego comigo até hoje, um Gibson Epiphone Les Paul LP 100, que gravou vários discos da banda Veludo Branco, e que está registrada em milhares de fotos nos shows e turnês que já fiz Brasil afora. Sem a presença fraterna e paternal do meu pai, o meu Mano, jamais seria o que sou hoje no âmbito da música. Foi por meio do apoio do meu velho que me encontrei nesse mundo, que descobri meus talentos e também minhas maiores fragilidades, e ainda hoje, corro para seu colo quando a Vida me encosta na parede e me dá um truco para decisões importantes. A coluna de hoje é dedicada ao meu pai Idio Matos, o homem que me ensinou a ser homem, a ser responsável pelos meus atos, e arcar com minhas decisões nesta vida. Sem Idio Matos não haveria Victor Matheus, o roqueiro, o poeta, o escritor, o blogueiro, o colunista, o empresário, o pai de família, o homem que escreve esta coluna, e que busca seus sonhos neste planeta chamado Terra. Pai, feliz aniversário. Que deus te abençoe, e que ainda possamos juntos viver muitas aventuras, de mano pra mano, de pai para filho! Seja bem vindo a coluna Roraimarocknroll, porque a história do rock você lê primeiro aqui. Boa leitura, e ótima terça feira. Let’s go! – Victor Matheus.

 
QUEM FOI BRIAN JONES? 

Créditos: gloucestershirelive.co.uk 


Lewis Brian Hopkin Jones (Cheltenham, Gloucestershire, 28 de fevereiro de 1942 — Essex, 3 de julho de 1969) foi um músico inglês e membro-fundador da banda The Rolling Stones. Durante seu período nos Rolling Stones ele manteve uma inventividade que gerou o Rolling Stones Rock'n Roll Circus, entre outros. Costumava usar roupas extravagantes, além de um estilo de vida baseado no "sexo, drogas e rock'n roll".Apesar da fama e fortuna originada pelo sucesso da banda, Brian acabou por ceder ao uso desregrado de drogas, o que lhe valeu o desprendimento do grupo em 8 de Junho de 1969. Menos de um mês depois, no dia 3 de julho, Brian foi encontrado afogado na piscina de sua casa, Cotchford Farm, em Sussex, antiga casa do escritor A. A. Milne, criador do Ursinho Pooh, que o músico adorava. Apesar dos poucos anos de vida é considerado um dos mentores do estilo adotado pela banda. Deixou um grande número de fãs que cultuam sua imagem e contribuição musical até os dias de hoje. #rollingstones #brianjones

LIVRO

Créditos: Editora Objetiva


MINHA FAMA DE MAU (Eramos Carlos)

Ele veio ao mundo para topar qualquer parada. Erasmo Carlos não só venceu os muitos desafios que o destino colocou no seu caminho, como se tornou um dos primeiros popstars brasileiros. Minha Fama de Mau conta como o menino criado pela mãe numa casa de cômodos, superou todas as limitações e o preconceito da Zona Sul carioca, consagrando-se, junto ao amigo Roberto Carlos, como o porta-voz sentimental de milhões de pessoas. Um artista deliciosamente humano que, através de suas memórias, conta as dificuldades e alegrias da juventude marcada pelo fenômeno da Jovem Guarda e da fama tão inesperada como explosiva. Leitura obrigatória para os fãs da história do rock nacional.

DISCO

44/876 (STING E SHAGGY)

Na faixa-título, Sting evoca Bob Marley, afirmando que o espírito do jamaicano o persegue até hoje. Apesar de o ponto de partida aqui ser o som da Jamaica, a dupla também mostra a admiração que tem pela cultura dos Estados Unidos, como em “Dreaming in the U.S.A.”, em que harmonias à la Beach Boys dão o tom. Com o baixo de Sting conduzindo as melodias e a produção de Shaggy oferecendo balanço e clareza, 44/876 é um bom trabalho de reggae clássico e dancehall, embora um pouco mais de substância fosse bem-vinda. (Fonte: Universal)

ROCKLIST

Créditos: Columbia/EMI/Capitol

O Blog Roraimarocknroll seleciona 5 discos indispensáveis da banda Pink Floyd para tocar no #Rocklist da sua vitrola. Confira:

  1. The Piper At The Gates Of Dawn (1967)
  2. The Dark Side of the Moon (1973)
  3. Wish You Were Here (1975)
  4. The Wall (1979)
  5. The Endless River (2014)

BAÚ DO ROCK

Revirando o Baú do Rock Roraimense, encontramos o registro do músico Rogério Siqueira, em performance no Roraima Sesc Fest Rock de 2012, que aconteceu na área externa do Sesc Mecejana. Uma imagem com cheiro de naftalina.

MOMENTO POLAROID

*Créditos: Victor Matheus

Pelas lentes do Blog Roraimarocknroll a história do rock roraimense é contada... O registro é da banda Sodabilly, em performance no no 6º Tepequém Jazz e Blues Festival, que aconteceu dias 03 e 04 de fevereiro no Bar Platô 2112, na Vila Tepequém, Amajari, Roraima. Uma bela imagem digna de polaroid!

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Fetter disse: Em 09/04/2019 às 08:48:00

"Parabéns pela sua caluna de hoje, Victor! Emocionante ler a homenagem a seu pai. Aproveite-o bem. Há 16 anos já não tenho a mesma sorte... Bacana ver a foto do Rogério Siqueira também. Ele é o músico de Roraima que eu mais gosto de ouvir. Quanto à lista dos discos do Floyd, achei sacrilégio deixar de fora o Animals de 1977 e colocar o The Endless River ali, mas tudo bem."

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