Talvez seja essa a maior dificuldade para se fazer muitas pessoas acreditarem no que se diz quando se fala de autoajuda. Quando, na verdade, a coisa é bem simples. Nós é que costumamos complicar, o tempo todo. Vamos simplificar. Nunca iremos ser beneficiados com a autoajuda, se não acreditarmos na nossa capacidade de nos ajudarmos, a nós mesmos. Reflita sobre seu valor, quando estiver duvidando de sua competência para solucionar certo problema. Sempre que estiver fazendo alguma coisa que lhe parecer impossível, reflita sobre o pensamento do Swami Vivecananda: “Não se mede o valor de um homem pela tarefa que ele executa, mas pela maneira de ele executá-la”. Pense um pouco na verdade que diz que seu valor vai depender do modo como você irá resolver o problema que está encucando você. Abra a cuca e faça do seu problema uma lição de como você pode, quando acredita que pode.
A semana está chegando ao fim e nem todos já analisaram a importância no resultado do que fizeram nos dias que já se foram. Mas não perca seu tempo com análises do passado. Esteja mais alerta e atento, ou atenta, para os resultados que virão nos dias que virão. E tudo vai depender do seu estado de espírito, nas reflexões. Vá em frente com a mente aberta sempre para o positivo. Fique mais atento para as coisas mais simples à sua volta. Seja um observador, ou observadora, atento. No final da semana passada, vivi momentos agradabilíssimos, em conversas com membros da família, e amigos, numa pequena reunião familiar. Como todos já éramos, porque somos, membros da idade considerada avançada, navegamos em lembranças do passado. Foi legal pra dedéu. É sempre bom e saudável lembrar de momentos de felicidade do passado. Mas nunca misture o mal com o bem, nem o mau com o bom. Cada um no seu lugar.
Até os momentos mais desagradáveis do dia podem ser peneirados pela mente sadia e tornar o ambiente atual mais agradável. É só você ter certo controle mental. Porque, de certa forma, é assim que aprendemos com os erros, tanto os nossos quanto os dos outros. Caminhando, ontem, pelas ruas de Boa Vista senti saudade dos dias diferentes vividos por aqui, na minha chegada em 1981. Há momentos daquela época que fica até difícil de acreditar, quando falamos sobre eles. Poucas pessoas sabem que na aquela época o cinema da cidade ficava ali na Jaime Brasil. Contemplando as novas construções da cidade, hoje, fiquei muito feliz, com lembranças do passado nem tão distante assim. Pense nisso.
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