Cotidiano

Consumidor deve avaliar benefícios antes de aceitar pacotes promocionais

O diretor do Procon Assembleia explicou que a operadora não pode obrigar o consumidor a adquirir os serviços de uma só vez

Quando o consumidor vai fazer a migração de uma empresa de telefonia para outra, geralmente, a operadora oferece os combos (um pacote com variados serviços para serem pagos num valor único). Essa oferta também tem sido comum com clientes antigos que atualmente pagam individualmente as contas de TV a cabo, telefone e internet.

Sobre isso, o diretor do Procon Assembleia, Lindomar Coutinho, explicou que a operadora não pode obrigar o consumidor a adquirir esses serviços de uma só vez, mas cabe ao cliente avaliar e decidir se quer ou não. “Se a operadora condicionar um serviço a outro, caracteriza venda casada. Isso não pode ser feito”, salientou. Porém, caso ela dê opções de vários serviços juntos (combo) e individuais, Coutinho disse que o consumidor deve verificar o que é mais vantajoso.

O importante, segundo o diretor do Procon, é que o consumidor tire todas as dúvidas, solicite informações sobre os valores dos serviços individuais e do valor do combo para que haja o comparativo. “O atendente tem o dever de informar isso para que o consumidor tome sua decisão”, disse.

Ele explicou que o combo é uma prática mercadológica da empresa, mas a escolha será sempre do consumidor. Essa mesma modalidade ocorre também em empresas multinacionais como as de fast food, as chamadas “comidas rápidas”, que têm combos compostos por sanduíche, batata frita e refrigerante, por exemplo. “Elas também dão a opção da compra dos alimentos individualmente”, ressaltou Lindomar.

No caso da venda casada, isso não ocorreria, porque se caracteriza em associar a compra de um produto a outro.

Quem tiver dúvidas sobre como agir com relação às ofertas de combos das empresas, o Procon Assembleia funciona no prédio da Assembleia Legislativa, atendendo das 7h30 às 13h30 e também pelos telefones: 4009-5620, 4009-5614, 4009-5616, 4009.5617.

Com informações da Assembleia Legislativa.

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