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FÁBULA
Artista deficiente visual publica em Literatura de Cordel
Por Folha Web
Em 04/06/2019 às 00:01

Francelir Alves, deficiente visual, escreveu e publicou a obra “O Guerreiro Juventino e o Filho da escuridão”

O Poeta, cantor e compositor Francelir Alves, deficiente visual, escreveu e publicou a obra “O Guerreiro Juventino e o Filho da escuridão”, uma aventura épica no estilo da literatura de cordel. A obra produzida, diagramada e ilustrada, pelo também escritor Lindomar Neves Bach teve o Apoio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Com lançamento marcado para a noite de 04 de Julho de 2019 no Palácio da Cultura Nene Maccaggi, no centro.

O livro não é direcionado para um público específico, mas para todos os amante de literatura com romance e aventura. Traz uma história emocionante, que prenderá o leitor desde suas primeiras páginas. Ambientada no período medieval, mais precisamente nos impérios do oriente, onde o príncipe guerreiro “Juventino” luta pelo amor de sua princesa “Sufia” contra as forças das trevas representadas pelo tirano Baal, filho da escuridão.

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A obra é baseada na unificação das potências orientais, época em que o misticismo mitológico e lendas de seres fabulosos como demônios e dragões povoavam o inconsciente coletivo dos aldeões pobres, em contraponto com a prepotência e arrogância dos poderosos e opressores tiranos que se valiam de todos os meios, principalmente do medo, para manter-se no poder.

Autor

Francelir Alves, Nasceu em 1958 em Alto da Cruz no estado do Maranhão e migrou para Roraima em 1974 com 16 anos, já escrevia seus primeiros versos aos 13 anos, incentivado pela família, amante do Cordel. Como compositor, Adotou o pseudônimo artístico Francis Alves, tendo suas músicas gravadas e reconhecidas na voz do parceiro Tato Barreto e das Bandas Pipoquinha de Normandia, Sucurijú e Banda Saborear de Fortaleza no Ceará. Atualmente devido a deficiência visual, adquirida ainda jovem devido ao glaucoma, ainda continua ativo, escrevendo (gravado) diariamente suas músicas e livros para deixar seu legado a posteridade.

“Quando escrevi “O Guerreiro Juventino e o Filho da Escuridão” também quis relatar meus próprios monstros, para criar coragem de enfrentar meus próprios medos, comparando o filho das escuridão com o “mal” que me aflige a visão durante minha vida inteira, o qual não posso vencer. Então me coloco no lugar do “Príncipe Guerreiro” e assim consigo me sentir mais humano, mais realizado” - Concluiu Francelir Alves. 

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