Descarte de máscaras deve obedecer regras do lixo hospitalar - Folha de Boa Vista
RISCO DE CONTAMINAÇÃO
Descarte de máscaras deve obedecer regras do lixo hospitalar
Item de prevenção é de uso obrigatório para prevenção contra o coronavírus
Por Folha Web
Em 13/08/2020 às 15:35
Máscara descartável deve ser trocada frequentemente (Foto: Nilzete Franco/FolhaBV)

Cada vez mais as pessoas têm adotado o uso de máscaras descartáveis para se prevenir contra o coronavírus e para atender os decretos municipal e estadual que determinam a utilização em espaços públicos. No entanto, a população deve ficar atenta à forma correta de se desfazer do material.

O cuidado deve ser dobrado para quem faz a opção pelas máscaras descartáveis ao invés das de tecido ou as famílias que possuem algum membro diagnosticado com a covid-19 passando por tratamento em casa. Segundo o médico infectologista Joel Terra as máscaras descartáveis devem ser trocadas a cada três horas, no máximo. O descarte dos itens de proteção também devem 

“Para quem estiver em casa o descarte deve ser feito de modo a impedir o contato com o item e também prevenir o profissional que realiza a coleta de lixo. A recomendação é que a máscara seja acondicionada em um saco de lixo com fechamento hermético, tipo zip lock. Ou fechado com dois nós e colocado dentro de um novo saco”, explica o médico.

A informação é que o procedimento de descarte das máscaras nos ambientes hospitalares, quando utilizadas por pacientes ou por profissionais da saúde, "devem obedecer a forma de despejo do lixo hospitalar biológico". Ou seja, feito em sacos plásticos brancos, resistentes a rupturas ou vazamentos e seguindo as orientações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

DEMAIS ITENS - A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Prestação de Serviços de Asseio e Conservação, Limpeza Urbana e Áreas Verdes (Conascon) também recomenda à população que os itens utilizados e descartados por pessoas diagnosticadas com a doença sejam guardados e armazenados a parte, possivelmente com uma identificação própria como uma fita vermelha.

O procurador-geral da Conascon em Boa Vista, Alexandre Grossi de Almeida, pontua que a preocupação é devido ao alto número de funcionários contaminados.

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