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AEDES AEGYPTI
Índice de Infestação em Boa Vista diminui
O índice médio de infestação é de 7,1%, que ainda coloca o município em alto risco para transmissão das doenças como dengue, zika e chikungunya
Por Folha Web
Em 11/09/2019 às 18:45
O índice médio de infestação é de 7,1%, que ainda coloca o município em alto risco para transmissão das doenças como dengue, zika e chikungunya (Foto: Divulgação)

 O 40 Levantamento Rápido do Índice de Infestação por Aedes aegypti (Liraa) mostra que houve redução da infestação em Boa Vista. Porém, a situação ainda é preocupante. 

O levantamento compreende o período entre 19 a 23 de agosto deste ano. O índice médio de infestação é de 7,1%, que ainda coloca o município em alto risco para transmissão das doenças como dengue, zika e chikungunya. Porém, esse número é menor que o registrado no último dado, cujo índice foi de 9,3%.  

A pesquisa aconteceu em 6.511 imóveis. Destes, 464 apresentaram larvas de Aedes aegypti. O secretário municipal de saúde, Cláudio Galvão destaca que o município tem desenvolvido inúmeras ações de combate e prevenção ao mosquito. No entanto, a participação da sociedade é de grande importância para que essa batalha seja sempre vencida.

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“A prefeitura tem promovido ações em parceria com diversas instituições, inclusive Força Aérea, Exército, Corpo de Bombeiros para diminuir os índices e o numero de criadouros e focos em todos os bairros da cidade, nossos agentes fazem um trabalho diário de identificação e tratamento de criadouros, mas ainda assim estamos em alerta, em relação ao novo índice. É preciso uma atenção maior por parte de todos na verificação de quintais, acumulo de lixos e outros cuidados para combater o mosquito”.

Das 464 amostras positivas, 94,8% correspondem a residências, comércios e outros 5,2% em terrenos baldios. Os bairros com maior número de focos são: Monte das Oliveiras (23,53%), 31 de março (16%), Santa Luzia (14,29%), Nova Cidade (12,88%), Jardim Floresta (12,38%), Psicultura (12%), Raiar do Sol (11,89%), Alvorada (11,86%), Senador H. Campos (11,55%), Silvio Botelho (10,40%), entre outros.

Criadouros – Em relação aos criadouros, forma encontrados larvas de Aedes em 554 depósitos, dentre eles o depósito predominante com 38,6% foi de lixo (recipientes plásticos, garrafas, latas, sucatas em ferros velhos. Outros 25,6% em depósitos móveis (vasos/frascos, pratos, pingadeiras, bebedouros. E o restante 20,9% em pneus e outros materiais rodantes.

Ações intensificadas em bairros da capital – As ações de orientação e bloqueio nos bairros que foram classificados com alto índice já estão acontecendo. A população deve continuar atenta aos cuidados para evitar a proliferação do mosquito, tampando toneis e caixas d´água, manter as calhas sempre limpas, deixar garrafas sempre viradas com a boca para baixo, lixeiras bem tampadas e outros cuidados.

“Queremos convocar a população para nos ajudar nessa missão de combater o Aedes, vamos tirar 10 minutos durante a semana para vistoriar o quintal, preencher os pratos de vasos de plantas com areia, limpar os potes de água dos animais, com escova ou bucha, essas e outras atitudes vão ajudar a combater e eliminar o Aedes e assim evitar doenças”, convoca a superintendente de Vigilância em Saúde, Francinete Rodrigues.

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