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AMBULÂNCIAS NO BONFIM
Prefeitura diz que atendimento segue ordens da regulação do Estado
Atualmente, o município dispõe de três ambulâncias, com duas atendendo a sede e outra na Vila São Francisco. Outras duas devem chegar em breve
Por Folha Web
Em 02/08/2019 às 14:09
Além das ambulâncias que atendem a sede e vila São Francisco, Bonfim deve ganhar mais duas unidades (Foto: Ascom Prefeitura de Bonfim)

Em resposta a matéria “Sindicato denuncia que municípios do interior estão sem ambulância”, publicada na Folha Impressa desta sexta-feira, dia 2, a assessoria de comunicação da Prefeitura de Bonfim afirmou, por meio de nota, que o uso de ambulâncias do Samu no município segue os parâmetros preconizados pela regulação do Estado.

Atualmente, o município dispõe de duas ambulâncias que atendem aos postos de saúde e o hospital estadual; Elas também fazem a transferência de pacientes para a capital, caso haja a necessidade.

A Prefeitura informou ainda que uma terceira unidade móvel encontra-se na vila São Francisco, em razão da região ser considerada de difícil acesso, e que outras duas ambulâncias devem ser entregues em breve, atendendo as vilas Esperança e Vilhena.

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“A remoção dos pacientes é feita por meio de trabalho descentralizado da média complexidade. A atenção básica nas Unidades Básicas de Saúde (UBS’s) e o trabalho de média e alta complexidades, é realizado pelo Samu e Centros de Atenção Psicossocial (Cap’s), uma vez que possuem verbas específicas para esses atendimentos”, completou.

A nota relembra que o Samu é um serviço que deve ser oferecido obrigatoriamente pelos municípios. A regulação é tripartite, ou seja, com o governo federal sendo responsável por 50% do recurso e estado e município com 25% cada.

“Em Bonfim, por exemplo, o hospital que é administrado pelo Estado, solicita uma ambulância do Samu e o médico regulador leva o paciente para o hospital. Lá, ele aguarda o médico do Estado fazer a estabilização do paciente. Enquanto isso, o médico regulador já vai conversando com o médico regulador que está em Boa Vista. A partir desse contato vai ser definido se haverá remoção do paciente para a capital. Temos que obedecer às ordens da regulação do Estado. O transporte é nosso, os técnicos de enfermagem e os motoristas também são, porém o serviço de autorização de remoção de paciente é da regulação do Estado”, finalizou.

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