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CURSOS PROFISSIONALIZANTES
Intercâmbio é opção para melhorar currículo e ganhar fluência no idioma
Com teoria e aulas práticas, os programas de cursos técnicos e profissionalizantes facilitam a interação dos alunos com o mercado de trabalho internacional
Por Folha Web
Em 30/07/2015 às 10:44
A especialização no exterior é indicada para quem não pode ficar muito tempo afastado de seu emprego (Foto: Pesquisa por imagem)

O número de brasileiros no exterior cresce a cada ano. Foram 230 mil pessoas saindo do Brasil para outros países só em 2014 de acordo com os dados de pesquisa da associação BELTA que reúne diversas agências de intercâmbio.

As oportunidades aumentaram e as parcerias com os países oferecem a chance de intercambistas praticarem um idioma e agregarem conhecimento para investir na profissão. A dúvida é saber quando o momento é investir em um curso profissionalizante ou ficar apenas com o aprimoramento do idioma. “É importante ter em mente o objetivo do seu intercâmbio. Os cursos profissionalizantes são ideais para quem já tem uma profissão ou pretende mudar de área, pois eles oferecem uma atualização do mercado de trabalho”, orienta a gerente de vendas da Seda Intercâmbio, Daniela Decimoni.

A agência Seda Intercâmbios, que tem sua história ligada a uma escola de inglês na Irlanda, nasceu justamente com a proposta de atender o interesse de jovens brasileiros que estão pensando na carreira profissional. O número de brasileiros em busca de qualificação no exterior aumenta à medida que as instituições de ensino e empresas de muitos países também têm interesse nesses talentos.

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Quando é recomendado

O programa de cursos técnicos e profissionalizantes é voltado principalmente para quem já decidiu sua carreira, tem conhecimento do idioma e busca um certificado ou diploma diferenciado para ajudar a melhorar seu currículo. É preciso ter pelo menos 18 anos de idade. Para investir em cursos como os de Administração, Marketing, Business, Tecnologia da Informação (TI), Hotelaria e Turismo, por exemplo, o aluno deve ter inglês intermediário ou avançado. Por isso, essas opções costumam atrair principalmente intercambistas que já tiveram alguma experiência internacional.

A especialização no exterior é indicada tanto para quem não pode ficar muito tempo afastado de seu emprego, aproveitando apenas as férias, quanto para quem está em busca de experiência mais longas para imersão cultural. As ofertas vão de duas semanas de aula a um ano.  

“Quem escolhe esse tipo de programa ganha um direcionamento maior para a carreira, pois os cursos focam no desenvolvimento do conhecimento e nas habilidades pessoais visando à imediata inserção dos estudantes no mercado de trabalho. Consequentemente, aumentam-se as chances de avanço na carreira”, explica a gerente da Seda Intercâmbios ao esclarecer que a decisão deve levar em conta o perfil de cada pessoa.

Investimentos e destinos

Os cursos profissionalizantes costumam ser aproximadamente 20% mais caros do que os de idioma. O investimento, no entanto, é facilmente recuperado, porque o curso agrega valor ao currículo do profissional. Os países mais qualificados para essas ofertas são Estados Unidos, Canadá, Austrália e Nova Zelândia.

“Um dos grandes diferenciais desse programa é a prática junto com o curso. Escolas que oferecem Business, por exemplo, muitas vezes levam os alunos para conhecerem as empresas estrangeiras ou convidam profissionais da área para palestras e debates com os alunos”, completa Daniela.

A área de Turismo e Hotelaria também abre oportunidades para os intercambistas. Quem escolhe estudar assuntos relacionados a alimentos e bebidas tem a possibilidade de utilizar a cozinha para colocar em prática o que aprendeu. Quem focou mais no turismo, faz simulações de sistemas de reservas e sistema de gerenciamento.

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Rodrigo Colares da Costa disse: Em 30/07/2015 às 11:20:34

"E para que procurar destinos de intercâmbio tão distantes, se basta atravessar a fronteira e estudar inglês em Georgetown na Guiana ? - sim, é fato que o país vizinho tem suas dificuldades, mas a realidade para o aluno de intercâmbio é distinta, visto que terá todo um acompanhamento especial feito pela empresa (o inglês transmitido é o oficial britânico, não é gíria que se fala por lá). Recomendo a consulta à página - study in guyana now - e embora não seja muito divulgado, o país vizinho já recebeu mais de 1000 brasileiros para fins de intercâmbio no ano passado, o que vale a pena conferir, ainda mais em tempos de crise. Por fim, falar em inglês, nem que seja num nível básico, é extremamente importante, seja do ponto de vista pessoal (lazer, viagens, cultura) ou profissional. "