Polícia

Menina de seis anos é estuprada ao sair para comprar pão

O caso só foi registrado na Delegacia, para conhecimento da Polícia Civil, na noite da segunda-feira, 26

Mais um caso de estupro entra para as estatísticas do Estado de Roraima. Dessa vez a vítima foi uma criança, de 6 anos, que saiu de casa para comprar pão, na manhã do sábado, 24, e foi levada para dentro de uma residência na rua Telma Cavalcante, bairro Equatorial, zona oeste, onde haviam dois homens. O caso só foi registrado na Delegacia, para conhecimento da Polícia Civil, na noite da segunda-feira, 26.

A mãe da menina comunicou que ela saiu de bicicleta para comprar pão numa padaria que fica distante apenas uma quadra da casa onde moram. A vítima foi só, porque a mãe informou que estava no banheiro e quando procurou a garota já tinha saído. Cerca de 10 minutos depois a vítima retornou e a mãe percebeu com desconfiança a alteração em seu comportamento.

A menina contou que durante o retorno da padaria, um homem a abordou e pediu que ela entrasse na casa dele, mas negou que teria entrado. A mulher ressaltou que não ficou convencida da história narrada pela filha, principalmente, porque a menina continuava aparentando tristeza e agindo de forma estranha.

Por isso, afirma que tiveram uma conversa, na qual questionou o que realmente teria acontecido. Foi quando a criança relatou que após a abordagem, o homem insistiu para que ela entrasse na casa, pegou em sua mão e a levou para dentro do imóvel. A bicicleta ficou na área da casa do abusador.

O homem levou a menina para dentro do quarto, tirou a sua roupa e pediu que ela deitasse na cama, onde o ato criminoso foi praticado. Em seguida, pediu que a criança se vestisse e mandou ela retornar para casa sem contar nada para a mãe, porque seria castigada.

A vítima revelou para a mãe que o homem é caboclo e baixinho. A mulher informou, na Delegacia, que não sabe quem mora na casa e pede providências para que a Polícia investigue o caso. A ocorrência foi encaminhada ao Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (NPCA) para que as investigações sejam iniciadas. Até o fim da tarde de ontem, dia 27, nenhum suspeito do crime foi preso. (J.B)