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CRISE HUMANITÁRIA
Militares venezuelanos reforçam presença na fronteira
A medida foi tomada após o presidente interino do país, Juan Guaidó, ter anunciado a chegada de caminhões da ajuda humanitária
Por Folha Web
Em 08/02/2019 às 19:00
Veículos estariam sendo revistados por militares dentro da cidade de Santa Elena, na Venezuela (Foto: Divulgação)

Militares venezuelanos realizam desde a tarde desta sexta-feira, 8, reforço de segurança na fronteira do país com o Brasil. As informações são do deputado da Assembleia Nacional da Venezuela, Ángel Medina.

Segundo o parlamentar, os militares se encontram em Santa Helena de Uairén, cidade na fronteira com Pacaraima. Além disso, ele denunciou que os militares estariam limitando o trânsito e realizando revisões exaustivas aos veículos que passam por lá, com o intuito de saber se trazem insumos ou fazem parte de ajuda humanitária.

AJUDA - De acordo com o site El Nacional, a presença em massa dos militares se dá em razão de um anúncio feito no sábado, 2, por Juan Guaidó, auto proclamado presidente interino da Venezuela e presidente da Assembleia Nacional. Guaidó informou que chegaria aos próximos dias uma ajuda humanitária à três centros de estoque em Cúcuta, no Brasil e em uma ilha do Caribe, ainda não identificada. 

Na quinta-feira, 07, ocorreu a chegada de contêineres com cinquenta toneladas e seis caminhões com alimentos e medicamentos à ponte Las Tienditas, que liga Venezuela à Colômbia. Guiadó disse previamente que a primeira etapa do auxílio humanitário estava destinada a pessoas que correm risco de vida.

*INFORMAÇÕES: El Nacional.

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Damiao disse: Em 08/02/2019 às 21:29:40

"Fechar logo essa fronteira. "

francisco disse: Em 08/02/2019 às 21:26:45

"Kkkk... esse deputado venezuelano, está mais mentiroso que alguns de nossos deputados. Esse bloqueio foinorganizado por pessoas civis, moradores de Santa Elena, que querem que Maduro libere a entrada da ajuda humanitária, os militares não revistaram nenhum carro, pelo contrário, estavam lá pq os venezuelanos estavam querendo se exaltar, os guardas foram compreensíveis com a nossa situação, eu estava lá e vi tudo, qualquer coisa que falem o contrário disso que escrevi é a mais pura mentira, eu estava lá e não não tinha nenhum militar fazendo nada, só tentando liberar a passagem das pessoas."