Homem esquece pertences pessoais durante furto e acaba sendo preso  - Folha de Boa Vista
EM MUCAJAÍ
Homem esquece pertences pessoais durante furto e acaba sendo preso 
Ladrão retornou na residência para recuperar o material esquecido e foi preso em flagrante
Por Folha Web
Em 01/07/2022 às 13:30
Ação ocorreu no município de Mucajaí (Foto: Divulgação)

A Polícia Civil de Roraima (PCRR) por meio dos agentes da SIOP (Seção de Investigação e Operação)  da Delegacia de Mucajaí prendeu em flagrante, na quarta-feira (29), o autônomo F. C. R, de 22 anos, acusado de furto qualificado  e indiciou o agricultor F. R. S., de 58 anos, pelo crime de receptação. 

Conforme o Delegado Regional, Adriano Santos, o acusado entrou na residência, após o arrombamento de uma janela, enquanto os proprietários estavam ausentes e furtou do local  uma botija de gás, deixando na varanda da casa uma bíblia, algumas peças de roupas e um quadro com a foto dele.

“F. C. R., já é conhecido por cometer furtos pela região. A PM foi acionada e como foi encontrado os pertences pessoais do acusado,  parentes da vítima deduziram que ele podia retornar à residência para buscar os pertences. O que realmente ocorreu”, contou o delegado.

O acusado confirmou ter cometido o furto e disse que tinha vendido a botija de gás por R$ 50,00 e usado o dinheiro para comprar entorpecente e indicou para quem havia vendido o objeto.

“Os policiais foram até a casa de F. R. S., que confirmou ter comprado a botija de gás.  Mas, negou que soubesse que o objeto fosse furtado. Ele entregou a botija aos policiais e os dois foram conduzidos até  a Delegacia de Mucajaí, pelos PMs”, disse Santos.

O delegado autuou F. C. R., em flagrante por furto qualificado e ele será encaminhado à Audiência de Custódia nesta quinta-feira (30).

Contra F. R. S., foi lavrado um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) pelo crime de receptação.  

O Delegado faz um alerta às pessoas para que evitem comprar produtos sem nota fiscal ou com valor muito abaixo do que são comercializados no mercado, podendo ser objetos que tenham sido obtidos de forma criminosa.

“Quem compra objetos de origem duvidosas, sem nota fiscal, com preço  muito abaixo do praticado no mercado, pode ter problemas, uma vez que o  objeto pode ter sido furtado ou roubado, e isso é  crime e a pessoa vai responder criminalmente por este ato”, concluiu Adriano.

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