PUBLICIDADE
MOTIVO TORPE
Pedreiro é morto a tiros e filho diz que foi por discussão em jogo
Por João Barros
Em 19/08/2019 às 00:10
O crime aconteceu na casa da vítima, no bairro Cinturão Verde (Foto: Divulgação)

Um crime, supostamente por motivo torpe, resultou na morte do pedreiro Gleidson da Silva, de 34 anos, dentro de sua residência, no bairro Cinturão Verde, fato que ocorreu por volta das 18h desse sábado, 17. A vítima levou dois tiros disparados por um indivíduo que contou com o apoio de um comparsa. A morte teria sido decorrente de uma discussão ocorrida no campo de futebol, momentos antes.

Uma guarnição do Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope/PM) foi até o local e conversou com o filho de Gleidson, que tem apenas 15 anos. O adolescente testemunhou o homicídio e relatou que um veículo Volkswagen/Gol, cor branca, parou em frente à residência e um rapaz de 19 anos, que estava como passageiro, desceu do carro com um revólver em punho e efetuou alguns disparos.

PUBLICIDADE

A vítima foi alvejada na perna esquerda e no tórax. O adolescente contou ainda que, após atirar, o sujeito perguntou para ele: “Vai querer levar também, caboclo?”, em tom de ameaça. O condutor do veículo, segundo o menor, é conhecido como “Palhaço da noite”, e desceu do carro, mas nada fez ou disse.

O filho ainda esclareceu que o crime foi motivado pelo fato de seu pai e os autores do homicídio terem discutido no campo de futebol. O adolescente reforçou ainda que todos (vítima e criminosos) se conheciam porque os autores do homicídio eram acostumados a frequentar sua casa.

Após os esclarecimentos a respeito da suposta motivação, a perícia foi acionada, bem como agentes da Delegacia Geral de Homicídios (DGH). O perito informou que somente durante a necropsia seria possível identificar o calibre da arma, considerando que os projéteis teriam ficado no corpo. Ao fim dos trabalhos técnicos, o corpo foi removido do local pelo rabecão do Instituto de Medicina Legal (IML). Na manhã de ontem, 18, foi submetido a exame cadavérico antes de ser liberado à família para realização de funeral e sepultamento.

Até o fim da tarde desse domingo, nenhum dos apontados pela testemunha como autores do crime havia sido preso. O caso está sob investigação da DGH. (J.B)

***
Gostou?
1
2
Não existem comentários. Seja o primeiro a comentar!