ESTUPRO DE VULNERÁVEL
Padrasto é detido suspeito de abusar da enteada de 9 anos
Vítima contou à mãe que abusos aconteciam há quase dois anos, enquanto ela saía para trabalhar
Por João Barros
Em 11/10/2018 às 02:09
Caso foi registrado na Central de Flagrantes, mas será encaminhado ao Núcleo de Proteção a Criança. (Foto: Wenderson Cabral/Folha BV)

Uma criança de nove anos denunciou, na noite da terça-feira, dia 9, para a mãe, que foi estuprada pelo padrasto por mais de um ano, na casa onde moram, no Conjunto Cidadão, bairro Laura Moreira, zona oeste de Boa Vista.

A mãe da criança entrou em contato com a Polícia Militar, que chegou ao endereço para saber detalhes do crime. A responsável pela menina contou que, segundo sua filha, durante um ano e oito meses, enquanto esteve trabalhando na Maternidade, o padrasto tocou a criança e a beijava.

A menina disse que se calou por um longo período de tempo porque tinha medo das ameaças que o padrasto fez e por conviver com ele na mesma casa. Ela revelou para a mãe que teve coragem de denunciar porque o homem ficará cerca de 40 dias longe do convívio familiar.

A mãe da menina informou que o companheiro é um homem bastante agressivo e usuário de entorpecentes. A guarnição conseguiu encontrar o suspeito. Ele recebeu voz de prisão e foi conduzido à Central de Flagrantes do 5º DP para ser ouvido pelo delegado de plantão. O caso vai ser encaminhado ao Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente (NPCA) para ser investigado. Depois de ser ouvido, o homem foi liberado, por não caber o flagrante no momento.

OUTRO CASO – A mãe de uma estudante, de 12 anos, procurou a Central de Flagrantes do 5º DP no fim da noite da terça-feira, dia 9, para denunciar que a garota foi estuprada por um indivíduo de 19 anos, dentro do apartamento onde moram, no Residencial Vila Jardim, bairro Cidade Satélite, zona oeste de Boa Vista.

Segundo a mulher, a estudante estava sozinha na hora do crime. Conforme o relato da vítima, o fato ocorreu no dia 16 de setembro deste ano. O Boletim de Ocorrência (B.O) foi registrado e a autoridade policial expediu uma guia para realização de exame de conjunção carnal e encaminhou o caso ao NPCA. O suspeito do crime não foi preso. (J.B)

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