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NEGOU OS CRIMES
Suspeito de incendiar pastos de fazendas é preso em Mucajaí
Em depoimento, homem confessou incêndio criminoso e justificou que sua intenção era apenas ‘queimar abelhas’
Por João Barros
Em 15/03/2019 às 00:24
Ranilton foi preso em flagrante e Justiça decidiu por sua prisão preventiva (Foto: Divulgação/Polícia Civil)

Na quarta-feira, 13, Ranilton Agapito do Nascimento, de 34 anos, foi autuado em flagrante pelo delegado titular de Mucajaí, Alberto Correa de Oliveira Filho, por incêndio criminoso. Ele foi flagrado por algumas pessoas ao incendiar uma área de pasto na vicinal 3 do Roxinho. O fogo, caso não fosse apagado a tempo, poderia causar prejuízos graves aos moradores da região.

De acordo com informações do delegado, uma testemunha, que é moradora da vicinal, passava de carro pela estrada, em direção ao seu lote, quando viu muita fumaça no caminho. Ela presenciou quando o suspeito saiu de dentro do capinzal, nervoso, pedindo que parasse. Por acreditar que o homem havia sofrido um acidente, a testemunha parou seu veículo para socorrê-lo.

Ainda segundo o delegado, a vítima relatou que o indivíduo queria entrar no carro e estava com um isqueiro na mão. Ele terminou confessando ter ateado fogo no capinzal. O fogo se alastrava rapidamente e, com a ajuda de moradores da região, a testemunha conseguiu apagar o incêndio. Eles detiveram o indivíduo e acionaram a Polícia Militar, que conduziu Ranilton até a delegacia. 

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Em depoimento, o homem confessou o incêndio criminoso e justificou que sua intenção era apenas “queimar abelhas”. Ele não é conhecido na região, mas é suspeito de atear fogo em outros lotes daquela área.

Conforme o artigo 250 do Código Penal Brasileiro (CPB), incêndio criminoso praticado em lavoura, pastagem, mata ou floresta, recai sobre o autor do delito com aumento de pena em um terço, com reclusão de três a seis anos e multa. Depois de passar pela audiência de custódia, a Justiça decidiu pela prisão preventiva e o sujeito foi encaminhado ao sistema penitenciário.

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