Família faz campanha para pagar cirurgia de criança com tumor na garganta - Folha de Boa Vista
PEDRO KAUÃ
Família faz campanha para pagar cirurgia de criança com tumor na garganta
“O Pedro é órfão de pai há seis meses e de avô há dois meses. Eu e minha filha somos as únicas pessoas nessa batalha pela vida dele”, disse a avó
Por Folha Web
Em 25/11/2021 às 11:30
Família de Pedro Kauã diz que o garoto não consegue mais brincar direito por causa do tumor (Foto: Arquivo pessoal)

Os familiares do pequeno Pedro Kauã dos Santos Gomes, de seis anos, diagnosticado há dois meses com um tumor na garganta, cansaram de esperar pelo andamento do processo de Tratamento Fora de Domicílio (TFD) para marcar a cirurgia que vai retirar o abcesso do garoto. Por isso, resolveram lançar uma campanha para arrecadar dinheiro e custear a cirurgia do menino em uma clínica especializada em São Paulo.

A mãe contou à FolhaBV que o filho será avaliado online por uma médica paulistana, mas já recebeu a prévia de que a cirurgia e o tratamento pode custar em torno de R$ 40 mil. Ela disponibilizou o PIX 03366263202 para o envio de doações em dinheiro. Outras informações sobre o menino podem ser obtidas pelos números (95) 98115-4997 e (62) 99565-8684.

“O Pedro é órfão de pai há seis meses e de avô há dois meses. Eu e minha filha somos as únicas pessoas nessa batalha pela vida dele”, disse a avó Magnólia Barbosa Camelo, de 46 anos.

Familiares contam que Pedro Kauã não consegue mais brincar direito, porque perde o fôlego. Foi assim no último dia 11 de setembro, quando o garoto teve uma convulsão, ficou roxo, com a boca aberta, sem piscar e com dificuldades para respirar, desmaiou.

Onze dias depois, a família comprou uma cânula de traqueostomia para limpar as secreções provocadas pelo tumor. Desde lá, o menino usa o aparelho e aguarda o andamento do processo de TFD. Ele chegou a ser enviado, com a mãe, para Manaus, mas lá, foi informado de que a cirurgia não era oferecida na cidade. Por isso, mãe e filho voltaram a Boa Vista. "Essa situação me deixou bem mexida emocionalmente", contou a mãe.

A avó do garoto contou que seguiu orientação do Ministério Público Estadual (MPE-RR) e denunciou a demora do TFD à Defensoria Pública do Estado (DPE-RR).

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